II Feira Nacional da Reforma Agrária

Nos dias 4,5,6 e 7 de maio (2017), o Parque da Água Branca (Avenida Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca, São Paulo) receberá a II Feira Nacional da Reforma Agrária, organizada pelos membros do movimento social MST, que busca o diálogo com a sociedade sobre as questões de consumo de produtos agrários, se preocupando com a origem e a forma de produção desses alimentos: “Vimos partilhar com a sociedade os frutos da luta pela terra e pela Reforma Agrária”, afirma Débora Nunes, da coordenação nacional do MST.

Segue o calendário da feira e leia mais sobre em: MST anuncia data para 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária

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Equipe do site Ciências Sociais Uninove

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Exposição Memorial da Resistência

resistir e lembrar

Falar da Ditadura Militar que aconteceu no Brasil, 1964 a 1985, requer muito mais do que uma postagem ou duas ou três horas de explicação. Tantas coisas ruins aconteceram, viver sob um regime autoritário e ditador não pode trazer nada de bom, nem a falsa sensação de ordem e segurança.

Simbolo da Resistencia

Símbolo da Resistência

A Ditadura matou e torturou muitas pessoas, deixou o país no comando dos militares e sua onda de medo e opressão. Todos os fatos históricos viram fatos ou ficam registrados porque marcaram vidas e a própria história. Muitos desses fatos vão se perdendo na memória humana, mas nunca serão esquecidos pela memória histórica.

Lugares, símbolos, canções, cores, histórias de vidas, são maneiras que o ser humano encontrou para não esquecer seus heróis e nem perder de vista os seus vilões. O prédio que hoje é conhecido por Estação Pinacoteca, foi um dos lugares usados para torturar e matar pessoas suspeitas de serem contraversores ou subversivos, e para que esse momento tão doloroso para a história do Brasil não seja apagado da memória, o mesmo lugar que torturou e matou, hoje abriga a exposição Memorial da Resistência, que traz uma ampla explicação de fatos e dados, além de relatos de sobreviventes, nomes dos mortos e desaparecidos, e réplicas das celas que existiam naquele lugar.

Uma exposição que dói, que causa aflição, tristeza, porém, necessária para deixar viva a lembrança de algo que ainda podemos viver, mesmo achando que o ser humano “evoluiu” e que o Brasil “progrediu”. A recomendação é mais do que cultural, é essencial para se sentir mais próximo do que foram os 20 anos de sangue, dor e lágrimas.

SERVIÇO:

Memorial da Resistência de São Paulo

Largo General Osório, 66 – São Paulo, SP
Tel. 55 11 3335-4990
Aberto de quarta a segunda
(Fechado às terças)
Entrada Gratuita

GALERIA DE FOTOS

VEJA UMA PARTE DA EXPOSIÇÃO:

Por Cinthia Almeida