17 DE MAIO dia de Combate à Homofobia

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A data de 17 de maio de 1990 é considerada o dia internacional de combate a homofobia porque foi nesse dia que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou o “homossexualismo” do seu rol de distúrbios mentais.

Sendo assim o uso sufixo ISMO foi substituído pelo sufixo DADE, reconhecendo que se trata de uma vivência/prática humana, característica da sexualidade das pessoas e que nada tem a ver com doença, crime ou pecado.  Desta forma, podemos entender a Homossexualidade como a atração afetiva e sexual por uma pessoa do mesmo sexo.

Então, dizer que a Homossexualidade é uma questão de escolha, uma duvida, uma fase, atrelar como uma forma de doença ou por questões religiosas é apenas fruto de estrema ignorância, falta de conhecimento e preconceito.

Veja mais sobre a data no vídeo: Dia Internacional de Combate a Homofobia


HOMOFOBIA

Segundo a Cartilha da DIVERSIDADE SEXUAL E A CIDADANIA LGBT do Estado de São Paulo a HOMOFOBIA: “…pode ser definida como: o medo, o desprezo, a antipatia, a aversão ou o ódio irracional aos homossexuais. É o termo geral normalmente utilizado para se referir ao preconcei­to e à discriminação em razão de orientação sexual, con­tra gays, lésbicas (lesbofobia) ou bissexuais (bifobia)…” (p.20).

A mesma Cartilha traz também o que seria a Homofobia Institucional: “…ao qual trata-se da institucionalização do preconceito contra LGBTs por meio de normas impostas pelo Estado, como a criminalização da homossexualidade em países do Orien­te-Médio e do Continente Africano. Manifesta-se também em comportamentos e práticas discriminatórias cotidia­nas no atendimento a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, em instituições estatais e privadas…” (p.22).

Veja mais sobre homofobia no vídeo: As Raízes da Homofobia


DADOS ESTATÍSTICOS

A temática LGBT esta inclusa nas políticas publicas, sendo assim, não poderíamos deixar de trazer dados estatísticos que mapeiam a violência que resulta a da HOMOFOBIA.

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FONTE: GGB – Grupo Gay da Bahia

“…Os dados, segundo o GGB, levaram à constatação de que a cada 25 horas um LGBT é assassinado no país. O antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, classifica os números como “alarmantes”. “Tais números alarmantes são apenas a ponta de um iceberg de violência e sangue, pois não havendo estatísticas governamentais sobre crimes de ódio, tais números são sempre subnotificados, já que nosso banco de dados se baseia em notícias publicadas na mídia, internet e informações pessoais”, destacou, lembrando que não existe o crime de homofobia na legislação brasileira…”

Ler a matéria na integra: BA ocupa 2º lugar em crimes contra LGBTs, aponta relatório do Grupo Gay


LER MAIS


Existe uma máxima: Não precisa ser para lutar e acreditar! No combate a violência somos todos a favor do respeito e tolerância. Busque na sua região o contato para denuncia, na cidade de São Paulo a prefeitura disponibiliza uma página especifica para esse tipo de combate: PREFEITURA DE SÃO PAULO: Coordenação de Políticas para LGBT

Por Alex Faria

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